quinta-feira, 28 de abril de 2016

GERALDO JÚLIO, PREFEITO DO RECIFE, DEFENDE NOVAS ELEIÇÕES PRESIDENCIAIS

Foto: Andréa Rêgo Barros/PSB:

O prefeito do Recife, Geraldo Julio (PSB), engrossou o coro para que a legenda socialista não faça parte da gestão de um eventual governo do vice-presidente Michel Temer (PMDB). Geraldo, assim como o correligionário e governador de Pernambuco, Paulo Câmara, são favoráveis à realização de novas eleições. O PSB havia marcado para seta quinta-feira (28) uma reunião para discutir o assunto que acabou sendo adiada. Uma nova data ainda não foi definida. A gente acha que o País precisa ter um presidente para fazer as mudanças que precisamos e para recolocar o governo nos trilhos. Então, a gente acha que um presidente eleito pela população pode conseguir essa força política e fazer essas transformações", observou.
"Acho que a gente não deve participar do governo, minha opinião é essa. "Devemos apoiar naquilo que seja importante para o País", disse. "A gente tem essa posição. O partido assumiu isso na comissão executiva e colocou isso, anunciou, e eu sempre tive essa posição. Falei isso desde dezembro do ano passado", afirmou Geraldo Julio. Atualmente, a posição do PSB em torno de uma eventual participação no governo Temer tem se mostrado dividida. Embora a maioria dos membros do partido – tanto na Câmara como no Senado – sejam favoráveis ao impeachment, não há um consenso sobre aceitar convites e cargos no governo do peemedebista".
Para o prefeito, que faz parte da Executiva Nacional do PSB, a atual crise econômica e política faz com que seja necessário um "presidente com a legitimidade da população", sendo eleito nas urnas. "A gente acha que o País precisa ter um presidente para fazer as mudanças que precisamos e para recolocar o governo nos trilhos. Então, a gente acha que um presidente eleito pela população pode conseguir essa força política e fazer essas transformações", observou.
Na terça-feira (26),o governador Paulo Câmara também já havia se posicionado de maneira favorável pela realização de novas eleições. 247.

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